Bailes de Clubes

Os foliões que não queriam ir aos grandes bailes (Municipal,Copacabana Palace ou Monte Líbano) poderiam se esbaldar nos inúmeros clubes espalhados pela cidade. O jornalista Renato Kloss da revista Cruzeiro,em 1974, fez uma lista com as melhores opções. Por que os bailes acabaram? alguém sabe explicar?

O teatro e o carnaval

Bailes, corsos,cordões sociedades, escolas de samba,o carnaval vai se reinventando com o passar do tempo.Uma das manifestações inaugurais dos festejos de momo em nossa cidade encontrou nos teatros o ambiente/contexto ideal para o seu desenvolvimento. O carnaval brasileiro e, principalmente o carioca, está intimamente ligado ao nosso teatro. No início do século XX muitas das músicas de carnaval que se tornavam populares partiam do teatro. Assim, em 1846, por iniciativa da atriz Clara del Mastro, pôde realizar-se, no Teatro S. Januário,  o primeiro baile à fantasia. Bailes de máscaras em teatros se multiplicaram.Na sequência, peças com temas ou com cenas de carnaval foram escritas, revistas carnavalescas, bailes das atrizes, bailes dos artistas, bailes em teatros (Municipal,São José,entre outros) fizeram parte da cena carnavalesca no último século.

Colombina iê-iê-iê

O belo da foto é o cantor e compositor Roberto Audi. Sucesso absoluto no carnaval de 1967 com a marchinha ` Colombina, onde vai você` de João Roberto Kelly e David Nasser. Repaginada, a velha conhecida personagem da commedia dell`arte, dançando iê-iê-iê não resiste aos encantos do seu trovador. Roberto Audi morreu em 1997 aos 63 anos.